Manifesto do coletivo Pó de Poesia

O Poder da Poesia contra qualquer tipo de opressão
Que a Expressão Emocional vença.
E que o dia a dia seja uma grande possibilidade poética...
Se nascemos do pó, se ao morrer voltaremos do pó
Então queremos Renascer do pó da poesia
Queremos a beleza e a juventude do pó da poesia.
A poesia é pólvora. Explode!
O pó mágico da poesia transcende o senso comum.
Leva-nos para um outro mundo de criatividade, imaginação.
Para o desconhecido; o inatingível mundo das transgressões do amor
E da insondável vida...
Nosso tempo é o pó da ampulheta. Fugaz.
Como a palavra que escapa para formar o verso
O despretensioso verso...
Queremos desengavetar e sacudir o pó que esconde o poema...
Queremos o Pó da Poesia em todas as linguagens da Arte e da Cultura.
O Pó que cura.
Queremos ressignificar a palavra Pó.
O pó da metáfora da poesia.
A poesia em todos os poros.
A poesia na veia.


Creia.


A poesia pode.


(Ivone Landim)



sexta-feira, 4 de junho de 2010

Solidão




eu queria ver
não só o escuro
e as cores
do mundo
queria virar
de lado,
na cama,
e ver um corpo
pulsante
e etéreo,
com sexo frágil
ou forte,
me olhando
nos olhos dizendo:
tô aqui,
não vou embora.

Jorge Medeiros
(23-05-2010)

5 comentários:

Maria disse...

Amigo, linda poesia.

"Todo o inferno está contido nesta única palavra: solidão." Victor Hugo

Aproveito para desejar um excelente fim-de-semana.

Bjs do tamanho do infinito
Maria

Arnoldo Pimentel disse...

Solidão pode ser um estado de espírito, pode fazer bem ou não, depende do momento e da esquina da vida que estejamos passando.Tenho sentido uma melhora muito grande no blog, não apenas pelo talento dos poetas e das poetas,rs, na verdade poesia não tem sexo, é alma, mas pelos estilos, pela qualidade e pela vontade de todos de mostrarem seu trabalho e sua poesia.Parabéns a todos do po-de-poesia, tanto os que estão conosco em eventos como os que apenas postam, mas que estão em coração e quem sabe não estarão também fisicamente, principalmente os daqui do Rio, como Felipe e Camila.

Banca dos B-Boyzz disse...

Beleza Jorge!
Quem mandou nascer? Nasceu. Só você nasceu, assim nascido. Tão você, só, menino. Nesse caminho grita, se exprime, se agita em furacão. Berra, erra, guerra, pó. É maldição ser só, ser multidão, ser tão-tão e ser só: sozinho.

Hiii... Acho que arremedei.
É que eu ía falar...
bom, pode parar por aki.
PoetaXandu - de arremedo.

Banca dos B-Boyzz disse...

Comiadizeno...
É ainda sobre os tais ventos da Primavera. Livro bom! E do nosso encontro consegui fazer + uma matéria pro ZineZeroZero - toda cheia de fotos (umas bem ruizinhas, é verdade) - mas impressões sinceras do Donana para um público b.boying.
break-boy, uma dançaê.
Enfim,
1 braço - Poeta Xandu

Banca dos B-Boyzz disse...

sim! o link segue aê:


http://zinezerozero.blogspot.com/2010/06/editorial-de-junho-os-corres-do-break.html