Manifesto do coletivo Pó de Poesia

O Poder da Poesia contra qualquer tipo de opressão
Que a Expressão Emocional vença.
E que o dia a dia seja uma grande possibilidade poética...
Se nascemos do pó, se ao morrer voltaremos do pó
Então queremos Renascer do pó da poesia
Queremos a beleza e a juventude do pó da poesia.
A poesia é pólvora. Explode!
O pó mágico da poesia transcende o senso comum.
Leva-nos para um outro mundo de criatividade, imaginação.
Para o desconhecido; o inatingível mundo das transgressões do amor
E da insondável vida...
Nosso tempo é o pó da ampulheta. Fugaz.
Como a palavra que escapa para formar o verso
O despretensioso verso...
Queremos desengavetar e sacudir o pó que esconde o poema...
Queremos o Pó da Poesia em todas as linguagens da Arte e da Cultura.
O Pó que cura.
Queremos ressignificar a palavra Pó.
O pó da metáfora da poesia.
A poesia em todos os poros.
A poesia na veia.


Creia.


A poesia pode.


(Ivone Landim)



sábado, 29 de janeiro de 2011

Navegante

Navego por onde segue a calmaria...
Às vezes leme,
às vezes vela
e toda vez que vem a tempestade
me ancoro num ponto 'ausente.
Escarnecendo meus nós
por uma voz temente.


Navego por onde segue a calmaria...
Às vezes proa,
às vezes popa
E nessa calmaria eu navego...
Sigo a maré que me leva ao porto
onde minha letra desfaça tudo
que tange lúgubre.
E a calmaria segue...

Poema de Rosângela Ataíde.

Um comentário:

Jorge Medeiros disse...

"Navegar é preciso, viver não é preciso",linda poesia!