Manifesto do coletivo Pó de Poesia

O Poder da Poesia contra qualquer tipo de opressão
Que a Expressão Emocional vença.
E que o dia a dia seja uma grande possibilidade poética...
Se nascemos do pó, se ao morrer voltaremos do pó
Então queremos Renascer do pó da poesia
Queremos a beleza e a juventude do pó da poesia.
A poesia é pólvora. Explode!
O pó mágico da poesia transcende o senso comum.
Leva-nos para um outro mundo de criatividade, imaginação.
Para o desconhecido; o inatingível mundo das transgressões do amor
E da insondável vida...
Nosso tempo é o pó da ampulheta. Fugaz.
Como a palavra que escapa para formar o verso
O despretensioso verso...
Queremos desengavetar e sacudir o pó que esconde o poema...
Queremos o Pó da Poesia em todas as linguagens da Arte e da Cultura.
O Pó que cura.
Queremos ressignificar a palavra Pó.
O pó da metáfora da poesia.
A poesia em todos os poros.
A poesia na veia.


Creia.


A poesia pode.


(Ivone Landim)



sexta-feira, 4 de março de 2011

4º Motivo Da Rosa



Não te aflijas com a pétala que voa:
também é ser, deixar de ser assim.
Rosas verá, só de cinzas franzidas,
mortas, intactas pelo teu jardim.
Eu deixo aroma até nos meus espinhos
ao longe, o vento vai falando de mim.
E por perder-me é que vão me lembrando,
por desfolhar-me é que não tenho fim.






Cecília Meireles


5 comentários:

Gabriela Boechat* disse...

Que beleza ! Esse poema ensaiamos com as crianças da escola no dia das mãe no ano passado...foi de chorar!
Maravilhoso também, fiquei feliz em ler! Bjs a todos os meus amigos do Pó de Poesia!

Jorge Medeiros disse...

Camila,vc realmente tem uma sensibilidade impar, colocar as poetizas imortais foi uma grande atitude para responder...Grande beijo!

Camila Senna disse...

Poetizas maravilhosas que nos inspiram e nos fazem deliciar com uma boa poesia. Vale a pena enfatizá-las aqui no Pó.

Beijão, Jorge.
Shalom, amigo!

Camila Senna disse...

Beijo Gabilinda!

Avelino do Nascimento disse...

Gostaria muito que vocês pudessem ter visto as lágrimas que brotaram dos meus olhos ao ler este poema.